quinta-feira, 27 de agosto de 2009






sou de facto um invejoso, como um nen petit, não posso ver nada quero-o logo!

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Tanto Mar

é curioso como quase todos os brasileiros desconhecem Portugal, enquanto nós, todos!, nem sempre pelas melhores razões, nos interessamos sempre pelo Brasil…

Chico Buarque canta os cheiros de Lisboa, no rescaldo da revolução de 25 de Abril de 1974 (a revolução dos cravos), os cheiros que o Brasil desconhece, versão I:


Tanto Mar (versão I)


Sei que estás em festa, pá
Fico contente
E enquanto estou ausente
Guarda um cravo para mim


Eu queria estar na festa, pá
Com a tua gente
E colher pessoalmente
Uma flor no teu jardim


Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei, também, quanto é preciso, pá
Navegar, navegar


Lá faz primavera, pá
Cá estou doente
Manda urgentemente
Algum cheirinho de alecrim


in http://www.youtube.com/watch?v=hdvheuHhF2U


depois o sonho acabou e ficou a poesia e o cheiro a alecrim:


Tanto Mar (versão II)


Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
E inda guardo, renitente
Um velho cravo para mim

Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente
Nalgum canto do jardim

Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei também quanto é preciso, pá
Navegar, navegar

Canta a primavera, pá
Cá estou carente
Manda novamente
Algum cheirinho de alecrim


Canta a primavera, pá
Cá estou carente
Manda novamente
Algum cheirinho de alecrim


in http://www.youtube.com/watch?v=V7JXlmE60r0


as duas versões desta canção encerram um hino à política, uma lição para todos os radicais de esquerda… ensinam a necessidade de fazer política, aceitar a desilusão e temperar a utopia com pragmatismo que o mundo pertence a todos! e claro, mostram a enorme inteligência do Chico.

a primeira canção celebra a revolução que durou desde o golpe de estado militar de esquerda de 25 de Abril de 1974 até ao contra-golpe militar burguês de 25 de Novembro de 1975 (felizmente não temos vocação para guerras civis e quando chegámos perto de nos começarmos a matar uns aos outros, os militares, como sempre, revelaram bom senso e fizeram um novo golpe de estado); esse novo dado, a contra-revolução, é integrado na segunda versão (nota de http://umaespeciedemim.blogspot.com/2009/04/35-anos.html )


p.s..: Chico faz referência ao “Fado tropical”, http://www.youtube.com/watch?v=8-XlSaxYC9k&feature=related que o espanhol Carlos Saura recupera no filme “Fados”, http://www.imdb.com/title/tt1056422/ .

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O que umas fazem por (pouco) dinheiro outras não fazem por amor!

Berlim, Agosto de 1998, tinha casado há 6 meses e eram as primeiras férias que desfrutava. férias do trabalho, férias separadas para que o casamento durasse.
vi a Mihoko no pequeno almoço no hotel. gostei imediatamente do seu jeito tradicional de ser japonesa, nada daqueles cabelos ocidentalizados e daquelas poses ridículas a imitar trejeitos na moda. sentei-me na sua mesa e fiz conversa de circunstância, nome, trabalho, ah és professora da primária, ah ensinas os meninos alemães a construir casas japonesas, ah aprendes a construir casas alemãs, ah és das montanhas do norte do Japão. mas para conhecer uma mulher rapidamente só há uma forma, possui-la. queres jantar hoje na cidade Mihoko?, conheço um restaurante na Unter den linden que faz uns hambúrgueres alemães muito bons. ela aceitou com aquela aquiescência estranha das japonesas…
mas, surpresa!; à hora combinada aparece com duas jovens japonesas, a filha do embaixador do Japão em Berlim, uma nobre, teenager de 18 anos sem interesse nenhum e a sua escrava pessoal ainda menos interessante. ai Mihoko que estás fodida!
o jantar correu mesmo mal e o meu desconforto devia ser evidente, aquela mania irritante das japonesas responderem com um humhum, meio grunhido, a cada frase que dizia, a criada que bebeu um álcool qualquer que nos ofereceram e me queria meter a língua nos ouvidos; um desastre! és japonesa Mihoko, como vais pedir-me desculpa? afinal tu perdeste a honra, tu sabes como uma mulher pode e deve pedir desculpas, Mihoko, eu também sei, sei-o desde esta manhã!
no dia seguinte de manhã tinha duas surpresas na recepção do hotel: um presente da nobre, um pacote de cigarrilhas japonês e um bilhete da Mihoko a pedir-me para voltarmos a jantar.
depois do jantar pactuado, sem rodeios, levei-a rapidamente para um pátio nas traseiras do restaurante e possuí-a no banco de trás do meu carro, um Fiat Marea espaçoso, uma delícia, todo um mundo novo, desde as cuecas estranhas (de facto eram apenas um pano largo, como os que usam os lutadores de sumo e que se prende com um alfinete) até àquela curiosa forma infantil de gemer. obrigado Mihoko estás mais do que perdoada, hei-de morrer sem nunca te esquecer. mas tu tens uma grande surpresa para mim, mostra-ma!
fomos até ao hotel e parámos no parque de estacionamento, 2 horas da madrugada, calor e silêncio ao nosso redor. despedimos-nos aqui bela menina?, a minha mulher vem visitar-me amanhã, só por milagre voltaremos a beijar-nos. agora faz-me um broche Mihoko.
estava cansado e o corpo já saciado não correspondia no seu melhor e ela perguntou-me:
- Tu gostas mesmo disto?
-Sim! e era sincero estava apenas cansado.
há muitos anos que não me vinha na boca de uma mulher (demasiadas más experiências com portuguesas recalcadas) mas tu és japonesa, como reagirás? abres a janela de repente e cospes fora em aflição? engoles? vomitas? sujas-me as calças?
vim-me na tua boca e agora?
Mihoko sentou-se direita no banco do passageiro, olhos semicerrados, quieta.
esperou que eu recuperasse e quando me inclinei para lhe beijar a boca, um beijo ritual, uma forma de dizer que o sémen é natural e bom, no beijo ela devolveu-me o meu sémen!
o gosto não era mau, pelo contrário!, mas fiz o que já tinha visto fazer tantas vezes, abria porta e cuspi.
perguntei-lhe:
-Isto é tradicional no Japão?
respondeu sem pensar, com naturalidade:
- É teu, és tu que fazes dele o que quiseres…
durante muitos anos recebi pelo Natal algum presente feito pelos alunos da Mihoko, algures numa aldeia das montanhas no norte do Japão crianças japonesas, por respeito à sua professora, faziam para me oferecer, pássaros de papel, leques de madeira, origamis… que por vergonha e respeito escondia da minha mulher.
depois a crueldade do tempo separou-nos para sempre mas na minha memória, enquanto eu for, tu e o teu broche serão eternos, Mihoko.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Doce vadia

"Foda-me por favor"
Recosto-me na cama e arde-me o corpo de desejo. A tua entrega não me deixa dormir. A tua boca procura a minha e as línguas lambem-se com sofreguidão. Nada nem ninguém nos separará esta noite.
Beijo-te os olhos, onde já correram lágrimas quando estiveste só. Agora, enroscada em mim, roçando a tua perna no meu sexo cada vez mais incontrolado nada te entristece, és a minha menina e já não queres ser menina.
Mordes-me o pescoço mas puxo-te o cabelo para te morder o lóbulo da orelha. Se descesse a mão, até ao teu sexo, já sabia como te ia encontrar mas retardo o gesto, quero fazer-te gemer de vontade. Quero ouvir-te pedir numa súplica que te toque ou que te autorize a tocares-te.
Feliz aniversário Senhor F
Não cadela, primeiro eu. O meu caralho primeiro. Serve-me.
Sem te soltar os cabelos obrigo-te a lamber-me o peito e devagar, como uma cadela com cio levo-te a boca a tocar-me o caralho bem duro. Só um breve toque cadela!
Subo-te a cabeça e beijo-te a boca. Desço-te a língua pelo pescoço enquanto te acaricio a pele macia das virilhas, gemes de prazer e fechas as pernas para que a minha mão te toque. Retiro rapidamente a mão e castigo-te o impulso apertando-te com força o mamilo direito. Gemes de dor.
Mereceste o castigo e tu sabes que mereceste!
Jantar romântico
Mas gosto de ti e lambo-te suavemente o mamilo castigado. Chupo-o ao de leve. Adoro as tuas mamas puta mas tu não precisas saber dessa minha fraqueza. Sou o teu dono e os donos não têm fraquezas!
Beijo-te ao de leve a pele da barriga e tu ergues as ancas para que te beije o clitóris; não o faço, afloro-te apenas a púbis com a boca, gemes de frustração e desejo. Agarras-me o caralho e masturbas-me. Não me basta, quero mais e melhor minha bela putinha.
Deito-me de costas na cama e digo-te:
- Faz-me um broche!
Apressas-te a lamber-me e com sofreguidão engoles o meu pau teso que susulta na tua boca.
Agora quero penetrar-te, tenho uma tesão que precisa da tua cona, a tua boca já não me basta.
Meninas safadas merecem apanhar
Puxo-te a cabeça em direcção à minha, pensas que te quero beijar mas em vez disso obrigo-te a meter o meu caralho dentro de ti. Soltas um grito abafado quando és penetrada. Tens o que sempre desejaste vadia… faço-te sentir-me, mas por pouco tempo. Retiro o pénis no momento seguinte à penetração deixando-te desesperada. Rio-me da tua frustração.
Atordoada e com a cona encharcada, sente-la ainda a contrair-se - efeitos da retirada traiçoeira de um pénis enorme e erecto que há segundos te enchera...ajoelhas-te e pedes, suplicas: "Mete-mo outra vez, Senhor", "foda-me Senhor, bem fundo", "faça-e vir-me para si Senhor".
O Dono é dono em todas as ocasiões
Continuou a gozar o teu desespero. Roço-te o caralho no clitóris como que a prometer nova investida. Mas nada. Gritas de desespero. Começas a masturba-te furiosamente, queres vir-te e aliviares-te da falta daquele falo que a fazia delirar. A natureza foi generosa e tu mais do que ninguém já sabes a minha força. Penetro-te de todas as maneiras possíveis, sei fazer-te gozar e nego-te o gozo uma e outra vez. Agradeces e pedes mais, mas nem sempre és bem sucedida. Dou-te prazer faço-te sofrer, suplicas-me as investidas e abres-te como uma flor para que te foda.
Quando estás prestes a atingir o orgasmo sozinha, sacudo-te violentamente, prendo-te as mãos, abro-te as pernas, e aí, sim, o meu sexo entra directo, sem hesitações, preencho-te a cona por completo e juntos atingimos o orgasmo com um grito simultâneo e animal!