quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Sabedoria pura


Segundo vídeo:



Primeiro vídeo:

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Vida filosófica

"... é imperiosa a necessidade de elaborar uma teoria à altura da prática quando não se pode praticar a teoria professada."
"Antístenes assombra-se de que se reprove escolher, só para um momento, a uma companheira que já pareça ter servido muito. Replica que não está mal visto tomar um barco que já tenha permitido muitas travessias pelo mar Mediterrâneo. A primeira libertina que chega faz negócio com quem aceite a sua proposta: um contracto no qual pouco importa a sua beleza, a sua inteligência, a sua posição social ou a sua virgindade, essas insignificâncias tirânicas. Pode ser completamente feia, burra, pobre e prostituta. Só é importante a relação contractual na qual o desejo que ameaça aglomerar-se e transbordar encontra uma ocasião para derramar-se numa relação duplamente desejada. Espalhar-se, eis aqui o projecto. Não é preciso, portanto, envolver essa necessidade em arrulhos, declarações, posturas ridículas e promessas impossíveis de cumprir."
Este gesto de Antístenes derruba as mitologias sociais alimentadas pela monogamia, a fidelidade e a escolha do amor, seguidas pelo seu cortejo de enganos, hipocrisias e ciumes.
Michel Onfray in "A teoria do corpo amoroso"

Primeira parte (de 5)

Segunda parte (de 5)

Terceira parte (de 5)

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Farmacêutico

Um rapaz vai a uma farmácia e pede ao farmacêutico:
- Senhor, dê-me um preservativo, a minha namorada convidou-me para ir jantar esta noite lá a casa, já saímos há três meses, a pobre começa a estar muito quente e parece-me que me vai pedir para lhe pôr o termómetro.
O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia. De imediato volta a entrar, dizendo:
- Senhor é melhor dar-me outro, porque a irmã da minha namorada é uma boazona de primeira, passa a vida a cruzar as pernas à minha frente, que às vezes até lhe vejo as entranhas. Acho que também quer algo, e como vou jantar lá a casa...
O farmacêutico dá-lhe outro preservativo e o jovem sai da farmácia. de imediato, volta a entrar dizendo:
- Senhor, é melhor dar-me outro porque a mãe da minha namorada também é boa como o milho. A velha quando a filha não está ao pé passa a vida a insinuar-se dum modo que me deixa atrapalhado, e como vou
jantar lá a casa...
Chega a hora da comida e o rapaz tá sentado à mesa com a namorada ao lado, a mãe e a irmã à frente! Nesse instante entra o pai da namorada e senta-se também à mesa.
O rapaz baixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar:
- Senhor abençoa estes alimentos, bzzz bzzz... damos-te graças por estes alimentos...
Passa um minuto, e o rapaz continua de cabeça baixa rezando... Obrigado senhor...passam cinco minutos...abençoa senhor este pão...
Passam dez e todos se entre-olham surpreendidos e a namorada diz-lhe ao ouvido:
- Meu amor, não sabia que eras tão crente!!!
- E eu não sabia que o teu pai era farmacêutico!!!

O Significado das expressões femininas

ÓTIMO: Depois de você ter feito um pequeno discurso sobre porque você deve fazer algo que ela não queria que ela fizesse, ela simplesmente diz ÓTIMO. Não se iluda. Seu poder de barganha não é bom. ÓTIMO é apenas um código feminino que significa: “Quer saber de uma coisa? Pode fazer. Depois você sofrerá as maiores consequências que um relacionamento pode trazer para um homem.”. A escolha é sua.
NÃO É NADA: Quando você percebe uma mudança de humor na sua namorada/esposa, e ela simplesmente diz que NÃO É NADA, é tudo. Você fez alguma merda, deixou de fazer fazer alguma merda ou está fazendo alguma merda que ela não gostou. Simplesmente saia de perto até ela se acalmar. Uma cervejinha gelada é sua melhor amiga agora.
VÁ EM FRENTE: O que ela quer dizer é: “Vá em frente! Só não olhe mas na minha cara depois”. Você tem duas opções aqui: se você ainda quer continuar comendo a mulher, não vá em frente, finja que se importa com os sentimentos dela e aja como se você a respeitasse. Se você já não ve graça na vadia, vá em frente e ainda convide a irmã dela pra ir junto. Isso vai colocá-la no lugar dela.
TANTO FAZ: Na verdade, ela quis dizer: “Isso importa, e MUITO!”. Independentemente da merda que você fez ou está prestes a fazer, uma mulher dizer TANTO FAZ é um sinal pra você pensar bastante. Assim como na situação anterior, você tem duas opções. Minha dica, entretando, é: tem tanta vadia por aí, e, a não ser que a sua namorada seja do nível da Megan Fox, não tem porque deixar de fazer qualquer coisa porque ela não vai gostar. Mulheres criaram opiniões e sentimentos, elas que lidem com isso agora.
TÁ TUDO BEM: É apenas uma sentença que ela expressa quando está arquitetando o plano de QUANDO e COMO você vai pagar pela merda que você fez. Dica do ano? Mande a vadia lavar uma louça e parar de ficar falando besteira. A unica coisa que você está preocupado é QUANDO ela vai começar o boquete e COMO ela vai segurar a cerveja enquanto isso.
ME DESCULPE: Na verdade ela não está se desculpando, ela só quer amolecer seu coração e fazer você assumir a culpa por qualquer merda que aconteceu e fazer você se desculpar mais ainda, compensando com alguma coisa, tipo restaurantes, ou presentes. Você, como leitor fiel do Testosterona, sabe o que fazer. No momento que ela disser ME DESCULPE, você simplesmente fala: “Acho bom mesmo. Poderia começar essa desculpa pegando um pacote de cerveja no mercado”.


domingo, 18 de setembro de 2011

A crise não curou a doença no centro

É raro ver tanta lucidez de esquerda, à mistura com tão mau feitio numa mulher que já foi uma matemática portuguesa - a sangria da imigração.
Uma aula a não perder sobre a crise actual. O ponto de vista da periferia:
"A crise (financeira de 2008) não curou a doença (civilizacional)  no centro (EUA e Europa)".

sábado, 17 de setembro de 2011

O futuro é uma merda. Divertamo-nos.

Neste vídeo, sobre o aquecimento global, diz ela ao canalizador:
-A onda de calor de 2003 matou mais de 20.000 pessoas. E as coisas só vão piorar.
Fodemos?


domingo, 11 de setembro de 2011

O meu ídolo

Meet Britain's least romantic man - but wife Adria still loves him

He's taken her out for ONE meal..at a roadside truck stop The only present Brian has ever bought Adria is a fork - so that SHE can dig the garden
Adria and Brian Fareham (pic: Jeremy Durkin)
Some women are treated like royalty on Valentine's Day - romanced with a posh dinner, a luxury holiday or even a teary wedding proposal.
Others have to make do with ropey flowers from a petrol station or a bottle of overpowering perfume.
But they are the lucky ones. Poor Adria Fareham has been married for 40 years to the bloke who proudly claims to be the most unromantic man in Britain.
Miserly Brian has never bought his wife a card. Or a present - unless you count the gardening fork he splashed out on so she could tend the flowers while he watched TV.
The only time that long-suffering Adria put her foot down and demanded a romantic meal out, stingy Brian took her to a roadside truckers' cafe for chips - on a plastic plate. The couple courted in Brian's front room so he didn't miss the footie. Then they married in a town hall ceremony costing £15, with £3 going on Adria's frock.
He refused to pay for a photographer or a disposable camera. And they honeymooned in a SUPERMARKET - shopping for tinned food and soap powder so she could carry on doing his washing.
Not surprisingly, Brian isn't planning anything special on February 14.
SHOCK
Adria says: "Brian has never done a single romantic thing for me.
"It used to bother me and I'd think 'oh, wouldn't it be nice to be sent flowers'. But in the end I've got used to it. Now if he bought me flowers I think I would die of shock.
"Besides, he's always told me that if a man buys flowers for his wife it means he's hiding something and probably having an affair, so I think I'd rather not get any.
"This Valentine's Day will be no different from any other day. Brian will have his ham salad at 6pm and fall asleep on his chair after his beer while I wash the dishes. I won't be getting cards or chocolates - hell would have to freeze over first." But she insists: "He's been a good father and husband who worked hard for 12 hours a day for his family so I can't complain.
"He might be Britain's least romantic man but that's my Brian and I love him. I'm lucky to have him and he's lucky to have me."
The couple, both 60, met at a friend's wedding in 1969 when Brian offered to buy Adria a drink - then came back with a glass of free wine swiped from a table.
She says: "I thought it was a joke, especially as I'd asked for a gin and tonic. But I didn't say anything because I thought he might be short of cash."
Every couple remembers their first date and it would be difficult for Adria to forget her "special day" with Brian - even though she's probably tried.
He invited her round to his house and she got dolled up in her best dress, thinking he might be cooking a romantic meal. But when she arrived, Brian was glued to the TV.
She says: "His team were playing and he didn't want to miss it so we stayed and watched the match. It was boring but Brian made me laugh."
The steel worker's cheeky sense of humour led to more dates - all in his front room next to the television.
"It wasn't the most exciting courtship but he was honest and reliable," remembers Adria. "Some of my friends were getting stood up and messed about but Brian never did anything like that to me."
Adria had always dreamed of a big white wedding and was thrilled when Brian casually told her they would get married. But he insisted on a no-frills bash at Barnsley Town Hall in their hometown.
Adria recalls: "He didn't propose or anything. He just assumed I'd marry him. That was Brian all over. We only had two guests and they were his work mates.
"He didn't want to waste money on a photographer either or even splash out on a camera so we don't have a single picture of our wedding."
HONEYMOON
A few hours after they got home Brian suggested they headed out for the afternoon - shopping. She says: "I never expected to spend my honeymoon buying washing powder and baked beans but that was just like Brian to be practical."
And an unrepentant Brian quips: "The shopping needed to be done. You could say it was nice of me to help her do it."
The couple have three children, Dawn, now 42, Mark, 38 and Stephanie, 29 - but Adria never received any flowers or presents from her husband after giving birth. "He'd come to the hospital, not to see the baby but to ask if I'd be home in time to make his tea," she says cheerily.
The family had an annual week's holiday to Skegness or Cleethorpes but there were still no meals out. Adria made a stand a few years ago and Brian swept her away to a cafe on a dual carriageway.
He says: "I knew pie and chips was one of her favourites. You could also park right outside."
When their children realised how unromantic Brian was, they spent pocket money to buy their mum a card or chocolates on Valentine's Day and pretend it was from Dad.
"I knew it wasn't," says Adria, "but I still thought it was very sweet of them."
Brian isn't afraid to admit that he thinks shopping is for girls and buying cards and flowers is just plain "soft", which is why Adria has given up hoping for a surprise from her stubborn hubby on Valentine's Day - or any other day for that matter.
Now retired, Brian spends most of his time glued to the TV or playing with his five grandchildren while Adria cooks, cleans and gardens.
Doting Adria says: "He'll call me in to turn the TV up if he's forgotten to pick up the control. But I just chuckle because that's my Brian. I even cut his toe nails, and that's real love for you.
"It might sound old-fashioned but it's worked for us all these years and I wouldn't have it any other way.
"He hasn't got a romantic bone in his body but he's a loyal man. We've been together through thick and thin and that's something money can't buy."

sábado, 10 de setembro de 2011

M.O. no meio da alcateia

Nous vous proposons de découvrir un entretien de Basile de Koch avec Michel Onfray, publié dans Nos meilleurs ennemis, la nouvelle rubrique du magazine  "Causeur" , N° 39, (le 07.09.2011).

"Nous continuerons à dialoguer avec nos adversaires - quand ils le voudront bien. Pas seulement parce que cela rend la vie amusante, mais parce que les idées qui ne souffrent pas l’épreuve de la contradiction ne sont que des lieux communs.[...] Dans les mois qui viennent, nous donnerons donc régulièrement la parole à « nos meilleurs ennemis ». Nous inaugurons cette « série noire » avec Michel Onfray qui se bat pour que ceux qui ne partagent pas ses idées puissent les défendre."
  [Elisabeth Lévy, directrice de la rédaction]




Basile de Koch : 
J’ai lu que vous étiez « l’hédoniste du XXIe siècle ». Vous êtes si seul que ça ?
 
Michel Onfray : Je ne sais pas où vous avez lu ça, mais il ne me viendrait pas à l’idée de faire de moi « l’hédoniste di XXIe siècle » ! D’abord parce que qu’il y a quelque arrogance à se croire unique sur ce terrain-là, ensuite parc que le XXIe siècle commence à peine. On en reparlera dans quatre-vingt-neuf ans si vous le voulez bien… Ceci étant dit, dans la petite corporation du moment, un philosophe hédoniste et libertaire n’est pas une denrée très commune.
 
B. K. : L’hédonisme est une morale - que vous définissez en citant Chamfort : « Jouis et fais jouir, sans faire de mal ni à toi, ni à personne. » Mais pas question, apparemment, de « faire le bien » autour de soi, à force de dépassement et de sacrifice. Pourquoi ? Ça fait déjà partie de la « culture de mort » ?