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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Decadência - Asia Ramazan Antar

Asia Ramazan Antar foi abatida mostrando as suas tranças loiras ao vento. Quando as mulheres aceitam viver e morrer como cães nos campos de batalha não é preciso lutas feministas pela igualdade, a igualdade É. O que É é e o que É tem muita força.
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Mas quase todas as mulheres e a maioria dos homens preferem a retaguarda, a paz a qualquer preço, a veadagem de não lutar pelo território e pela liberdade (a par da cobardia de deixar que outros lutem e morram, às vezes exigir mesmo que outros o façam por eles).
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Sabes o que acontecia historicamente aos homens que decidiam não lutar?
Eram botim dos vencedores, eles, as suas mulheres e filhos eram reduzidos à servidão ou à escravatura por aqueles que pegavam em armas e aceitavam o enorme risco de serem abatidos... sempre foi assim e depois deste curto e belo intervalo de tempo de parte do século XX e XXI, assim voltará a ser. As mulheres voltarão a ser o que foram: servas dos homens.
Foi esse destino de serva que Asia Ramazan Antar não escolheu e se tivesse sobrevivido à guerra haveria de ter escravos e escravas do ISIS ao seu serviço.
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O machismo e a servidão são a contrapartida pela preservação da vida. O feminismo é um paradoxo histórico, um sinal claro de sociedades opulentas, decadentes, desvirilizadas, vivendo em paz e aguardando os bárbaros que as virão reduzir a cinzas e escravizar os seus gordos. É um paradoxo por quê?
É um paradoxo porque essa opulência e paz das sociedades do Ocidente se faz exportando a miséria e a guerra para os subúrbios e para as sociedades africanas, asiáticas e latino-americanas que os sustentam.
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É claro que preferia escrever outra coisa, sou feminista, acho a igualdade entre homens e mulheres uma maravilha e uma extraordinária conquista. Mas entre os meus desejos e a verdade eu escolho a verdade. 7.000.000.000 de primatas consumistas num planeta exangue, devastado, vivendo em paz de forma duradoura? Aahahahahahah!!!

domingo, 12 de setembro de 2010

Sara a feminista (ver o post seguinte)


Hoje é impensável tolerar algo semelhante da boca de um rapazinho, ninguém riria do desfilar da cartilha machista. Ele não se acharia engraçado. Aprenderia. Não repetiria a brincadeira. Nada disso acontece com esta patetinha mal educada... pensem nisso. Dou-vos uma ajuda com o post seguinte: uma resposta da feminista Natacha Polony.
Fica-nos bem, logo a seguir às baboseiras de papagaia desta menina, ouvir esta uma mulher demasiado inteligente para que não seja escutada e que acaba com uma frase terrível. Pessimista? Lúcida?.
Quem não entende francês, a receita do costume: peguem em duas pedras da calçada e numa vara de marmeleiro. As pedras arremessem-nas contra um par de janelas do Ministério da Educação. A vara de marmeleiro apliquem-na de modo preciso nas vossas costas pelo péssimo trabalho que fizestes como alunos no liceu.

O homem é o futuro da mulher